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Aprendizados do primeiro semestre de 2020 para o mercado de food service

Quais lições de um ano totalmente atípico ficam para a segunda metade do ano?

Por Manuela Ravioli



Foto: Geber86

Mercado de food service movimenta em abril somente 25% em relação ao mesmo mês do ano

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O mercado brasileiro de food service viveu durante anos em estabilidade. Contudo, com o rápido avanço da pandemia de coronavírus e o fechamento do comércio alimentício, o mês de abril experimentou um faturamento de somente 25% comparado a mesma época do ano anterior. Segundo uma pesquisa feita pela Associação Nacional de Bares e Restaurantes (Abrasel), cerca de 20% do setor - aproximadamente 50 mil estabelecimentos - fechou as portas só no estado de São Paulo.

No entanto, a reabertura se iniciou na maioria dos estados brasileiros mas com restrições. Aqueles que conseguiram manter o negócio funcionando precisam se adaptar aos novos hábitos. Confira nesse artigo algumas lições e tendências deixadas pelo primeiro semestre de 2020.


Novas tendências


Determinada a quarentena, sair para comer fora se tornou impossível. Porém, modalidades como take and go e delivery tiveram alta durante o isolamento social. No mês de abril, o SEBRAE realizou uma pesquisa onde 61% dos entrevistados só utilizava os serviços de restaurantes por meio de delivery. Em outro estudo realizado pela Galunion, 51% das pessoas ainda não pretendem consumir dentro do restaurante, mesmo com a retomada. Portanto, vale manter essas modalidades em operação para atingir os públicos que ainda não se sentem seguros para comer fora de casa.

Outra tendência em alta é a do uso de cardápios digitais, que minimiza o contato entre atendentes e clientes. Além disso, diminui o número de toques em um objeto comum (o cardápio) e é também mais sustentável.


Cuidado redobrado


Entre as prioridades de um estabelecimento que lida com alimentação está a higiene. Mas, diante de uma pandemia é preciso se preocupar ainda mais com esse cuidado. O SEBRAE constatou em um estudo que para 65% dos entrevistados a maior preocupação em relação a retomada é o receio de ser contaminado. Além disso, a sensação de limpeza e higiene no local lidera o ranking de fatores decisivos para comer fora. Por isso, investir em limpeza, uso de álcool (e consequentemente em segurança) é uma das lições que vai perdurar por bastante tempo.


Treinamento da equipe


Cliente insatisfeito por conta de um mau atendimento é cenário de praxe no dia a dia dos restaurantes. Agora, com os novos hábitos e necessidades, o treinamento da equipe se tornou mais essencial do que nunca. Em uma cartilha de práticas para a retomada, a ABRASEL e a Galunion ressaltam a importância de agir com transparência e estabelecer uma relação de bastante conversa com os funcionários.

E mais, a cartilha recomenda que o atendimento primoroso para deixar o cliente confortável e seguro ao sair de casa: “Pense em todos os pontos de contato da jornada do cliente dentro do restaurante: por onde ele vai entrar, como o recepcionaremos com segurança e de forma gentil, como ele irá fazer o pedido, como ele irá ser servido, como ele poderá circular no ambiente, como ele irá pagar. Procure treinar todos para o distanciamento e operações com o menor contato possível”.


Paciência


A retomada é lenta e gradual mas ela existe. É preciso agir com calma. A melhor retomada é para aqueles que planejam. Os estudos indicam que abril foi mês mais em baixa e por isso, o pior - para o mercado de food service - aparentemente já passou. Entretanto, o movimento não será o mesmo do ano passado, por exemplo. É importante ter paciência, respeitar as leis vigentes em relação a lotação, horários e uso de máscara.


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